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Restaurante Arola Vintetres

O Arola Vintetres foi uma excelente escolha para um final de viagem. Estávamos cansados e queríamos comer em algum lugar próximo do hotel, o problema é que estando nos Jardins qualquer opção pode custar a viagem inteira. Por isso dei uma pesquisada rápida nos sites da Veja e no Trip e escolhi este restaurante que fica no topo do Hotel Tivoli.
Acho que não se trata de um restaurante conhecido ou visitado por muitas pessoas, então quem mais desfruta são os hóspedes, o taxista nem sabia que existia mas quando eu falei do Hotel, ele respondeu: ah, o Tivoli é aqui pertinho...
Primeiro deixa a jeca aqui dizer que o Tivoli é o hotel mais chique em que já entrei, passando pela recepção e até o elevador! Se eu tivesse noção teria usado uma roupa melhozinha

Segundo que desde o momento em que eu cheguei no 23º andar do prédio que eu pensei: "Me ferrei! Pesquisei errado e este jantar não vai sair por menos de R$700,00!..." 
Pelas fotos ruins (uma característica da minha pessoa) não dá pra ter noção de como o lugar é legal, mas quando o marido entrou acho que ele teve a mesma impressão que eu pois ele foi o primeiro a se manifestar verbalmente: "Já estamos aqui mesmo..." kkkkkkk
Após passarmos por vários ambientes interessantes, alguns com poltronas grandes, outro com uma mesa enorme, e ainda o Bar, a  recepcionista nos colocou em uma mesa de frente a uma parede envidraçada de onde tínhamos uma excelente visão da cidade, sentar ali já estava sendo um investimento...
A someliê veio em seguida nos explicar o conceito do local: é o primeiro restaurante nas Américas do chef espanhol Sergi Arola, cujos pratos mais famosos são "tapas Gourmet" cuja origem é espanhola e tratam-se de porções pequenas que podem ser comidas com as mãos - firger foods. Sendo que há também vários pratos principais na forma mais tradicional entretanto o garçom nos informou que muita gente nem chega a pedir o prato principal, fica só nas Tapas mesmo, 
Tratamos logo de pedir as famosas Batatas bravas que é o prato mais consagrado do local e premiado com duas estrela no guia Michelin, uma das publicações gastronômicas mais importantes do mundo.
E gente, o que era aquele prato tapas? Uma explosão de sabores na boca da gente... Batata é sempre bom né? Mas aquela harmonização de sabores é mais que comida, é experiência de vida...
Depois ficamos curiosos para conhecer mais uma tapa, talvez não tão famosa como a primeira, então pedimos as asinhas de frango. Elas são fritas e vem marinadas no molho (muito) picante e servidas com creme de iogurte. Em que pese elas não terem me feito tão felizes quanto as batatas e além disso ter pimenta demais para o MEU gosto, a mistura com o creme de iogurte é algo que valeu a pena experimentar...
A esta altura Marcones eu já estávamos quase satisfeitos (andam comendo pouco essas duas crianças), mas resolvemos não ficar só nas tapas, queríamos provar um dos pratos da casa e pedimos um para dividir. Enquanto esperamos aproveitei para ir ali no banheiro, ver como era e bater fotinha né rsrs
Ele era estreito então não deu pra aproveitar muita coisa da foto, mas tinha uma iluminação difusa como os demais ambientes do restaurante
Apesar da fome já não estar mais brava como as batatas, curtir  o momento nos fez esquecer de bater foto do prato que pedimos: Arroz cremoso de lagosta como o da foto acima. Achei interessante que cada prato é servido em um recipiente diferente, a mesa ao lado tinha pedido uma salada e achei muito interessante a "bacia", o arroz também vinha num prato enorme e diferente, apesar disso a quantidade da porção me decepcionou e o sabor não me despertou nenhum emoção. Um arroz com lagosta e nada mais.
Ainda assim eu não precisaria de mais nada para sair de lá feliz, mas um outro rapaz que nos atendia ( na verdade eu não sei se ele é que era o someliê ou a moça que nos atendeu primeiro) nos disse que ficaria muito magoado se não pedíssemos a sobremesa, então pra não "decepciona-lo" como adoro surpresas, pedimos o "Dulce Arola" que são três pequenas sobremesas à escolha do Chef...
Não me lembro exatamente de cada uma delas, mas acho que uma tinha chocolate branco abacaxi e rum, a segunda realmente não lembro pois não gostei dela, e a minha preferida tinha uma casquinha parecida com a do Crème Brulée...
Talvez você esteja curioso para saber se deixei os rins como garantia de pagamento? Até que não, posso dizer que super valeu a experiência...

Arola Vintetres
Alameda Santos 1437 - 23 andar do Tivoli Hotel - Mofarrej
Jantar de Segunda a sábado - das 19:00 as 23:00

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Museu do Futebol

Beijocas

Cantina Dom Pepe Di Napoli - Moema

Depois de uma tarde de "intensivos protestos" na Avenida Paulista, eu precisava mais era uma boa pasta que de comida boa, e ainda sentindo o sabor de havíamos comido no sábado, conforme já contei aqui, resolvemos escolher mais uma Cantina para ir, desta vez escolhemos a Dom Pepe Di Napoli que trata-se de uma rede com mais de 30 anos de experiência e que possui várias bandeiras espalhadas por São Paulo.
A unidade que visitamos foi a do Bairro Moema, na verdade também tem um nos Jardins mas por um erro de GPS, falta de informação, o taxista levou a gente super longe...
Aceitamos o couvert que é bem simples: Pão italiano, Azeitonas e manteiga. Mas gente deixa eu falar: Que manteiga deliciosa essa que eu não conhecia? 
Em seguida fomos para o prato principal que também dividimos: desta vez um Carbonara, só pra ver se eles sabiam fazer tão bem quanto o meu marido faz aqui em casa rsrs
Sim, a massa estava visivelmente e realmente muito gostosa, mas sabe que não senti aquele gostinho de massa artesanal como senti no C que sabe? Acredito que pelo fato de tratar-se de uma cadeia de restaurantes, o método de fabricação, manuseio ou sei lá o quê tenha que ser diferente.
As paredes do restaurante são todas neste tom de verde e outras com tijolinhos, decoradas com vários quadros de filmes italianos.
 Algumas poucas paredes também possuíam esta cor vinho para contrastar com o verde, nesta quadros com cadeados e chaves antigas. Nas mesas toalhas quadriculadas. Me senti como numa cantina italiana verdadeira! #mentirapoisnuncafui
Caminho para o banheiro este corredor (não gostei) uma pena que na foto não dá pra ver minha cara  linda e mijona
Brincadeira né gente? Vocês sabem que eu só vou no banheiro pra bater foto rsrsrs
Não gostei muito não mas as paredes seguem como no restante do restaurante.

Bom, gostei, mas se eu tivesse que repetir mais uma vez a experiência cantina com certeza seria a C...Que sabe. Mas a noite de segunda-feira reservava outras surpresas... Como passei o dia seguinte feito barata tonta e almocei em um restaurante japonês que não tem post programado, no sábado que vem eu conto a ultima parte relacionada a comida durante a estadia em Sampa...


Várias unidades em bairros diversos em São Paulo
Abre almoço das 12hs às 15hs e Jantar das 19hs às 01h


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Beijocas

Terraço Itália

Aqui ou ali procurando dicas de São Paulo eu lia alguma coisa sobre o Terraço Itália pois é o restaurante mais turístico de São Paulo, entretanto nenhuma informação me fez ter vontade de incluí-lo no meu roteiro, até que por uma feliz coincidência fui parar ali...
Ele fica no Topo do Edifício Itália, um prédio comercial com uma infinidade de salas e elevadores, pra chegar no restaurante a gente precisa até fazer "baldeação" de elevador rsrs.  Pois o Salão Nobre, onde normalmente é servido o almoço, fica no 41º andar do prédio. 
Como eu disse fui parar lá por sorte, chegamos até a praça da República que fica bem pertinho e minha intenção era almoçar qualquer coisa por lá mesmo, mas não sei se já estava tarde ou o quê mas não vi nada interessante na praça, então fomos bater perna procurando um local pra matar a fome
Quando vi o Edifício me lembrei de ter lido alguma coisa sobre o restaurante lá no topo, e uma sensação meio de jeca, tipo "será que tá aberto", "será que pode entrar" 'será que quando eu chegar lá não vão me mandar voltar" "será que não é caro demais?"... rsrs. Marcones me olhava pensando "tem certeza que vai ter um restaurante aqui?" E tinha... E a primeira impressão foi sensacional...
A decoração do ambiente é clássica e requintada, piano ao vivo durante todo o almoço com um repertório de filmes internacionais recentes... O bufê não era extenso mas muito delicioso, lembro que o carneiro estava di-vi-no, mas foto que é bom nada, porque minha alma gorda nessas horas conversa grita comigo: "Come, esquece o resto e come!!!"
Mas na hora da sobremesa as tripas já estavam de volta ao seu lugar normal, por isso tem foto do meu creme Brùleé ( quebrar a casquinha é ótimo mesmo Emilie Poulain) e minha torta de pistache, no mais outras comuns como pudim de leite, mousse e torta de chocolate...
O Banheiro do restô segue a decoração clássica do restante do local, destaque para a linda moldura dos espelhos e quadros na parede. Ainda não virei a louca das fotos de banheiro, mas tá perto...
 A noite são servidas receitas à la Carte da cozinha comandada pelo Chef  Pasquale Macini (depois desta viagem a São Paulo fiquei muito interessada em saber os nomes de todos os chefs ou cozinheiros dos lugares em que vou. Só não descobri os daqui de Marabá ainda rsrs). No almoço de fins de semana a conta também é salgada: R$112,00 o bufê por pessoa, mas durante a semana o menu executivo é servido no horário de almoço por R$79,00
 No final de toda esta experiência gastronômica é impossível você não tirar um tempinho lá fora pra bater foto apreciando a vista que é estonteante...

De segunda a quinta  /Sexta 12h - 15h e também 19h - 01h / /


Terraço Itália - Av. Ipiranga 344, Centro São Paulo
Aberto de Seg. a domingo 12h - 15h (até as 16h aos sáb. e domingos) e a noite das  19h - 00h (as sextas e sábado vai até a 01h, e aos domingos fecha às 23:00h)


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Beijocas

Museu do futebol

Chegou domingo em São Paulo e eu tinha me programado para visitar o MASP, passear pela feirinha que acontece em baixo do prédio neste dia e almoçar
lá mesmo, mas como já postei aqui, a programação não foi muito bem feita normal já que eu não contei com a manifestação e protestos que tomaram a Avenida Paulista naquele dia.
Então #partiuMuseudoFutebol para onde eu só pretendia ir no final da tarde ou talvez nem ir, mas que bom que aconteceu do jeito que foi.
Eu não gosto de Futebol, então pensava que ia ser uma chatice, mas faria um sacrifício pelo marido.... ledo engano... O Museu mexeu comigo, e enquanto estava lá dentro, tal como um insight descobri mais um pouco de mim mesma, Entranho? Pois é...
O Local é bem grande, e são várias salas interativas, logo na entrada passamos por um hall com diversos objetos relacionados à paixão do brasileiro pelo futebol, são cartazes, jogos de botão, bandeiras, chaveiros e mais uma infinidade de coisas. O pior pra quem acompanha estas minhas postagens é ausência de fotos de todos os ambientes visitados, mas por favor gente entendam que para eu curtir cada momento, eu praticamente me desligo de tudo o mais, a ponto de me lembrar de foto em poucos momentos, mais como uma obrigação do que um prazer de fato, mas quem sabe eu consigo só com palavras instigar sua curiosidade pra ter suas próprias sensações...
Daí subimos para entrar de fato no Museu momento em que o rei Pelé "nos dá as boas vindas" em um telão. Tem outra sala onde é difícil bater foto, ela é escura por causas das projeções em telas suspensas que mostram jogadores famosos em tamanho real durante algumas partidas. A sala é chamada de Anjos Barrocos por causa da iluminação especial em tons de azul para dar a ideia de que os jogadores são "santos" rsrs
Dali passamos por umas "cabines" onde podemos escolher vídeos de várias pessoas, atores, locutores de futebol e outros, narrando a jogada que mais lhe marcou e também tem várias locuções em rádio, quem é apaixonado por narração radiofônica deve pirar.
Foi ali que encontrei um historiador (do qual não recordo o nome Sorry) que é um dos coordenadores do Museu, com quem fiquei conversando um tempo enquanto o Marcones continuava assistindo o que não me interessou muito...

Em seguida podemos também "sentir" o estádio com nossas mãos, não esqueça que o Museu está localizado abaixo do estádio, então passamos por toda a estrutura de concreto, onde também há projeções de vídeo e som da torcida, dá pra imaginar o que deve ser aquilo em dia de jogo.
Pra mim a parte mais interessante começou a partir daí: através de mais de 400 fotografias é contada a história do futebol, que começa com Charles Miller no final do século XIX, em meio a isso muitas cenas do cotidiano dos brasileiros até a década de 30.
Deste entrelaçamento da nossa história onde o Futebol é mostrado como parte da cultura do paí, uma outra sala anexa reproduz um vídeo que mistura um pouco da contribuição Gilberto Freyre, Carlos Drumond de Andrade, Sérgio Buarque de Holanda, Ary Barroso, Carmem Miranda, Heitor Villa Lobos, Cândio Portinari, Mario de Andrade e outros dos quais não me recordo no momento.

Do corredor ao lado não podemos deixar de ser tocados pela apresentação dos momentos antes da fatídica derrota do Brasil para o Uruguai na Copa de 50, até eu sei disso kkkkkkkk

Apesar de eu não ter tirado nenhuma foto própria na sala seguinte, ela foi a de que mais gostei, é a sala das Copas que reúne em várias colunas vídeos com um pouco do que acontecia no Brasil e no mundo no entre copas, sendo o Brasil o único país a ter participado de todas elas.
Foi ali que tive aquele momento especial do qual falei no início da postagem, olhando uma foto de Niemayer em frente ao congresso ladeado por duas modelos, em um editorial de moda na época que eu me dei conta do quanto amo tudo isso: a moda, a arte, a arquitetura, a música, mas não ela em si mas o que de fato representam para nós e como contam a nossa história cada uma a seu jeito.
Impossível depois deste tempinho eu me recordar de tudo ali, mas sei que seguimos por uma passarela com paredes de vidro de onde podemos ver a praça Charles Miller, e chegamos à sala cheia de placas com curiosidades futebolísticas, do tipo quantos gols Pelé marcou, qual o maior público pagante em jogo no Brasil, a relação do ser humano com o esporte, fazendo qualquer objeto com forma levemente arredondada virar bola... etc e tal rsrs.
Dali também dá pra ver a arquibancada, mesmo que esteja uma chuvinha molhando o seu cabelo
Ou então você dá um tempinho pois afinal depois de tudo isso já deve estar cansado de andar, e a visita ainda nem acabou, enquanto você finge que tá fazendo pose para a foto obrigatória 

Enfim chegamos a outra sala onde há cabines em formato de bolas dentro das quais podemos assistir os temas relativos a cabine, lembro de defesas e gols, esqueci das outras (sou ótima pra descrever neah?)

No final da visita há um mini mini campinho pra gente chutar a gol que dá a velocidade do nosso chute, nem me lembro do meu pois foi uma vergonha.
Tem também a lojinha do Museu onde tem de tudo de esporte, e um barzinho também com ambientação esportiva, lógico, mas neste dia e horário tava fechado,

É isso aí gente, duvi-deo-dó que você tenha tido tempo e disposição pra ler tudo isso que eu contei, mas se leu alguma coisinha e ja conhece o local não discorde de mim na descrição de algo, ou que eu tenha esquecido qualquer coisa que você tenha achado importante, e se não visitou ainda é mais uma dica pra quando estiver em São Paulo, vale a pena. 


Museu do Futebol
Praça Charles Miller, S/N
Estádio do Pacaembu
Funciona de terça a domingo das 09h às 18h (portaria até as 17h)
Ingressos: R$6,00 inteira e Meia para Professores da Rede Pública aposentados, estudantes com carteirinha, maiores de 60 anos e aposentados, mediante comprovação.
Crianças até 07 anos e deficientes não pagam e nem Professores da Rede Pública mediante comprovação
Aos sábados o ingresso é gratuito

Beijocas

Cantina C... Que sabe

Este restaurante de São Paulo que visitamos no sábado a noite foi uma surpresa maravilhosa pra mim.
Surpresa pois quando meu marido me falou o nome, sugestão de um amigo dele que também foi e gostou, eu achei meio esquisito...
Mas trata-se de uma cantina tradicional no Bixiga que existe há mais de 70 anos comandada pelo Chef Bruno, neto dos fundadores, e que tem muitas avaliações positivas no Trip Advisor
Uma casa daquelas com paredes cheias de fotos de personalidades famosas que já a visitaram, e o teto decorado com panelas, colheres, muitas fitas (pra lembrar o fettuccine em versões coloridas?) e lustres feitos com escorredores ou raladores... 
Chegamos cedo, antes das 20:00h e o local ainda estava bem vazio, mas até a hora de ir embora, já tinha muita gente à espera de uma mesa
Corredor na entrada da casa onde ficamos esperando o táxi na hora de ir embora, ou onde as pessoas esperam uma mesa.
Há vários tipos de entrada como croquetes de bacalhau, bruschettas, azeitonas chilenas, carpaccios, queijos... aceitamos o couvert, o "Antipasto C... Que sabe", que custa R$10,90 por pessoa e é composto de uma cesta contendo pão italiano e pão tostado com alho, à parte berinjela gratinada, e um outro recipiente com sardela, manteiga e berinjela no alho depois dele resolvemos pedir apenas uma massa e dividimos.
Foi uma decisão acertada pois o prato que pedimos era muito bem servido, mas vi alguém comentando no Trip que o prato pedido mal tinha dado para um, não sei se há diferença nas porções, mas sei que Marcones e eu somos do tipo comilões, e eu fiquei mais que satisfeita com a quantidade.
Muitos ingredientes podem ser mudados a gosto do cliente, mas sendo nossa primeira vez, gostamos de experimentar o prato típico do local, então não inventamos nada, fomos do clássico fettuccine ao molho putanesca, e pude observar como a massa é verdadeiramente artesanal, a gente sente o sabor de coisa feita em casa...
Enquanto comemos um trio sai cantando músicas italianas de mesa em mesa o que faz o clima do local ficar maravilhoso, já que podemos escolher a música, ou cantar junto, como na hora da animada Tarantella 
Gilson no violão, Chiquinho no acordeão e e Sergio, voz e violão, verdadeiros artistas.
Marcones pediu pra ele cantar Santa Luccia e foi lindo!!! Tanto que eu pedi foto rsrs
Para sobremesa nos inspiramos no filme O poderoso Chefão, e pedimos o Cannoli, mas os dois tubinhos estavam sem graça, não me deixaram saudades... Considerando a entrada, o prato principal, e a sobremesa, todos divididos por nós dois, e que só bebemos água e suco de uva, a conta não fica barata: média de R$100,00 por pessoa.
Mas saí de lá pedindo pra voltar, enquanto esperávamos nosso táxi ainda aproveitamos mais um pouquinho o clima do local, em outro ambiente da cantina, outro grupo de músicos tocava também, mas ali ritmos mais brasileiros como um sambinha...
Antes de ir embora, eu tinha que passar no banheiro, pois gosto de conhecer e ver as decorações também dos restaurantes que frequento, coisa que nunca postei aqui apesar de encontrar alguns bem pitorescos, mas vou tentar sempre tirar uma foto, caso não tenha mais ninguém no banheiro pra me chamar de louca rsrs, mas eu gosto de ver se ali eles também preservam a decoração do restante do lugar...
 
No caso do C... que sabe este é o hall para os banheiros
Como normalmente são ambientes pequenos não dá pra ter uma visão legal na foto
Mas com um espelho de corpo inteiro dá pra tirar uma selfie rsrs

Cantina C... que sabe
Rua Rui Barbosa 192, Bela Vista - Bixiga
Funciona de 2ª a Domingo, mas com horários diferenciados
Aos sábados, domingos e feriados abre também para almoço
Aceita reservas
Aceita Cartões de débito e crédito, aceita cheque

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Beijocas

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